Rais parta a aberração do Michael Jackson. Andava por aí aos caídos, o último álbum dele não vendeu um caralho, escândalos com pedofilia, dívidas a meio mundo e a única coisa que precisava de fazer para ficar na mó de cima outra vez era... morrer.
Idolatrar o génio de uma crinaça talentosa, a obra e o talento de um dos mais geniais e inventivos dançarinos do século passado e um talentoso compositor tudo bem. Idolatrar o homem que nasceu depois disso, é patético. Alguém que se afastou da realidade, que alimentava a imprensa com histórias falsas a seu respeito, tinha birras que lhe custaram a amizade de grande parte daqueles que considerava amigos e foi-se debilitando tanto fisicamente como mentalmente com o passar dos anos.
Por muito que goste da fantasia, e de inclusivé de algumas coisas da sua autoria, não consigo gostar tanto quando a fantasia é tão longe da realidade. Por muita fantasia que um autor (seja que de obra de arte se trate) crie, a sua personalidade irá sempre reflectir-se no que faz. Neste caso, não consigo ver ou sequer sentir isso.
Este chinfrim todo acerca da sua morte é desnecessário e só prova que as pessoas precisam de ilusão, que a sua vida é vazia ou frágil demais sem os (falsos) ídolos que criaram para si, alicerces da sua própria personalidade.
Para ele, garanto-vos que agora não há dor. Sintam-se feliz por isso e enterrem lá o homem de uma vez. Já começa a cheirar mal.
Idolatrar o génio de uma crinaça talentosa, a obra e o talento de um dos mais geniais e inventivos dançarinos do século passado e um talentoso compositor tudo bem. Idolatrar o homem que nasceu depois disso, é patético. Alguém que se afastou da realidade, que alimentava a imprensa com histórias falsas a seu respeito, tinha birras que lhe custaram a amizade de grande parte daqueles que considerava amigos e foi-se debilitando tanto fisicamente como mentalmente com o passar dos anos.
Por muito que goste da fantasia, e de inclusivé de algumas coisas da sua autoria, não consigo gostar tanto quando a fantasia é tão longe da realidade. Por muita fantasia que um autor (seja que de obra de arte se trate) crie, a sua personalidade irá sempre reflectir-se no que faz. Neste caso, não consigo ver ou sequer sentir isso.
Este chinfrim todo acerca da sua morte é desnecessário e só prova que as pessoas precisam de ilusão, que a sua vida é vazia ou frágil demais sem os (falsos) ídolos que criaram para si, alicerces da sua própria personalidade.
Para ele, garanto-vos que agora não há dor. Sintam-se feliz por isso e enterrem lá o homem de uma vez. Já começa a cheirar mal.
1 comentário:
Acho que ainda vamos ouvir falar muito dele....
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