quinta-feira, 30 de julho de 2009

Gripe A(bsurda)

Todo este histerismo pandémico acerca da gripe A não vos cheira a manipulação de massas? Daquelas aldrabices que os americanos estúpidos adoram engolir e depois vendem aos idiotas europeus que as compram sem hesitar. É que a mim cheira pior que a carcaça do Michael Jackson.
Ora senão vejamos... temos a gripe das aves (H5N1) que matou uns quantos, e sobre a qual foi dito que ia ser investigada para se encontrar uma vacina. Em vez da vacina, tivemos descobertas de como funcionava realmente a gripe espanhola, que arrasou cerca de 50 milhões de pessoas entre 1918 e 1919. Coincidências das coincidências... temos a gripe dos porcos (H1N1) que não é mais que uma tentativa de recriar essa mesma gripe que eles "investigaram". A agência Reuters noticiou que a gripe A contém traços de ADN de virus de aves, suínos e humanos e altas personalidades do CDC (Center Disease Control), que incentivaram essa mesma pesquisa, acabaram por estar ligados a uma empresa farmacéutica que por acaso, por acaso... mas mesmo num tiro no escuro, num acesso de coincidência do destino... tinham milhares de vacinas para escoar para o mercado graças ao processo rápido de aprovação do CDC. Isto é que é eficiência. Faz-me lembrar ministros adjudicarem obras sem concurso público a empresas que por coincidência vão gerir depois de saírem do governo.
E fico triste porque pensava que este esquema era exclusivo português.
Bem, voltando e para finalizar o absurdo de tudo isto... os primeiros comentários de médicos foram no sentido que um vírus do estilo nunca havia sido detectado antes e que parecia mesmo com algo que tivesse sido criado num laboratório.

A piéce de resistance... nenhum dos infectados esteve em contacto com porcos.

Agora... que estamos todos esclarecidos... podemos passar ao futebol?

quinta-feira, 2 de julho de 2009

Wacko Jacko

Rais parta a aberração do Michael Jackson. Andava por aí aos caídos, o último álbum dele não vendeu um caralho, escândalos com pedofilia, dívidas a meio mundo e a única coisa que precisava de fazer para ficar na mó de cima outra vez era... morrer.

Idolatrar o génio de uma crinaça talentosa, a obra e o talento de um dos mais geniais e inventivos dançarinos do século passado e um talentoso compositor tudo bem. Idolatrar o homem que nasceu depois disso, é patético. Alguém que se afastou da realidade, que alimentava a imprensa com histórias falsas a seu respeito, tinha birras que lhe custaram a amizade de grande parte daqueles que considerava amigos e foi-se debilitando tanto fisicamente como mentalmente com o passar dos anos.
Por muito que goste da fantasia, e de inclusivé de algumas coisas da sua autoria, não consigo gostar tanto quando a fantasia é tão longe da realidade. Por muita fantasia que um autor (seja que de obra de arte se trate) crie, a sua personalidade irá sempre reflectir-se no que faz. Neste caso, não consigo ver ou sequer sentir isso.
Este chinfrim todo acerca da sua morte é desnecessário e só prova que as pessoas precisam de ilusão, que a sua vida é vazia ou frágil demais sem os (falsos) ídolos que criaram para si, alicerces da sua própria personalidade.
Para ele, garanto-vos que agora não há dor. Sintam-se feliz por isso e enterrem lá o homem de uma vez. Já começa a cheirar mal.